terça-feira, 30 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Deixei meu sapatinho, na janela do quintal
Operários já começam a pender nas fachadas dos shoppings quando termina outubro e assim Papai Noel, neves artificiais e pingüins entram na minha vida. Nesse momento há dois caminhos a seguir, eu posso ficar irritadíssima com todo esse circo, essa obrigação de felicidade a cada janela, shoppings gastando milhões de reais com árvores gigantes... Tanto dinheiro e ninguém responde a minha pergunta, quem será o dono da festa jesus ou Papai Noel?
A outra opção é, urgentemente, comprar algo vermelho e dourado,cantarolar por aí que já é natal na Leader Magazine e iluminar minha vida com pisca-piscas coreanos.Iludir-me que ele, não se esquece de ninguém,apesar das tragédias rotineiras que teimam em aparecer entre um comercial de banco e o “Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou.”
Mas o velhinho sempre vem, normalmente, em três vezes sem juros no cartão. O espírito natalino, desconfio ser alguma substância da Coca-Cola edição de natal. E tal ingrediente misterioso me deixa feliz na fila do supermercado, no engarrafamento, felicidade até na procura de vaga do shopping, só não me peça em nome de Jesus para achar graça na árvore da Lagoa.
Quando a vida fica muito artificial, e eu rabugenta. Só me resta repetir como um mantra a frase do poeta: “Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples.” Assim vejo a vida pelo prisma que deveria ser o único, da simplicidade. E o feliz natal está no sorriso da menina ao apertar a boneca e sentir cheirinho de morango, no olhar encantado do menino ao deparar-se com neve mesmo que de vitrine. Reunir a família, e deles receber os abraços mais afetuosos possíveis que em qualquer outra noite não faria muito sentido, procurar presente por presente zelando por quem a pessoa é, e não quanto ela vale. Na gargalhada da lembrança de um natal que virou história familiar.
No fundo é tanto embrulho, desfazemos tanto laço buscando aquele sorriso abobalhado do Papai Noel e aquela alegria pura, sem motivo.
Para nós, desejo que amor vença e que resistamos quando a dor nascer e sorrir, sempre.
Para você, desejo o seu desejo .
Para mim, desejo o Jude Law, roupas, chocolates suíços, espumantes, sapatos, noitadas... Porque poetas não sabem de nada.Que simplicidade o que!
A outra opção é, urgentemente, comprar algo vermelho e dourado,cantarolar por aí que já é natal na Leader Magazine e iluminar minha vida com pisca-piscas coreanos.Iludir-me que ele, não se esquece de ninguém,apesar das tragédias rotineiras que teimam em aparecer entre um comercial de banco e o “Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou.”
Mas o velhinho sempre vem, normalmente, em três vezes sem juros no cartão. O espírito natalino, desconfio ser alguma substância da Coca-Cola edição de natal. E tal ingrediente misterioso me deixa feliz na fila do supermercado, no engarrafamento, felicidade até na procura de vaga do shopping, só não me peça em nome de Jesus para achar graça na árvore da Lagoa.
Quando a vida fica muito artificial, e eu rabugenta. Só me resta repetir como um mantra a frase do poeta: “Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples.” Assim vejo a vida pelo prisma que deveria ser o único, da simplicidade. E o feliz natal está no sorriso da menina ao apertar a boneca e sentir cheirinho de morango, no olhar encantado do menino ao deparar-se com neve mesmo que de vitrine. Reunir a família, e deles receber os abraços mais afetuosos possíveis que em qualquer outra noite não faria muito sentido, procurar presente por presente zelando por quem a pessoa é, e não quanto ela vale. Na gargalhada da lembrança de um natal que virou história familiar.
No fundo é tanto embrulho, desfazemos tanto laço buscando aquele sorriso abobalhado do Papai Noel e aquela alegria pura, sem motivo.
Para nós, desejo que amor vença e que resistamos quando a dor nascer e sorrir, sempre.
Para você, desejo o seu desejo .
Para mim, desejo o Jude Law, roupas, chocolates suíços, espumantes, sapatos, noitadas... Porque poetas não sabem de nada.Que simplicidade o que!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
My Best Friend's Wedding

Ela foi miss simpatia na sexta série enquanto ele tinha cabelo comprido e ouvia Nirvana, seguiram descobrindo o viver, cada um no seu quadrado. As polainas saíram de moda e o Kurt Cobain morreu, eles divertiram-se com os errados, que agora são apenas os outros, das micaretas e noitadas bem vividas existem fotos para mostrar aos netinhos?!
Nada indicava que dentes e peças automobilísticas iriam fazer sentido juntos na mesma frase. Assim como um amigo lhe indica um bom remédio para dor de cabeça, eles ouviram a frase:“-Você precisa conhecer uma pessoa!”
E pronto, simplesmente aconteceu o amor, aquilo que muitos esperam a vida toda, outros duvidam que possa existir, e pode. Eu vi. O amor existe e fica belíssimo sob uma chuva de arroz.
De agora em diante a faixa de miss e o cd do Nirvana vão dividir algum canto do armário.
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