- Acho que estou apaixonado e não é por você não. Fica calma!
Estou apaixonado por esse seu queixo, desse ângulo fica perfeito e quando ele encontra o sorriso.
Para de fazer careta! Levanta um pouco! É lindo!
- Você está me chamando de queixuda!
- E é por isso que eu só sou apaixonado pelo seu queixo e não por você. Queixudinha irritante!
***
- Então, de você eu meio que curto, mas gostar, gostar mesmo, eu gosto do seu abraço.Digo... Seu braço, dessa veia do seu braço. Vem cá!
É que às vezes, poderia escrever o meu melhor texto de amor bem aqui, começando no pulso e subindo...
É confortável e seguro.
***
- Eu não quero mais você com essa saia curta!- Eu não quero você escrevendo nada sobre mim, nenhum verso, parágrafo ou uma crônica. Jamais!
- Por quê?
- Você é bonito, mas você é péssimo com vírgulas e a “regra dos porquês”!
***
- Eu não estou forçando uma DR... Por que não mais?- Eu não gosto do fácil, do cômodo, não é você, sou eu e todos os clichês juntos.
É algum tipo de vício na vertigem. Entende?
- Claro que não!
- Eu sou uma mulher procurando um amor ridículo, inconveniente, coração disparado a cada mensagem.
Eu não acredito em quase nada nessa vida...
Mas eu acredito em borboletas na barriga e perna bamba ao ver o sorriso do outro.
Desculpa! E infelizmente esse amor não está no rapaz mais legal dos últimos tempos da minha vida.
- Que merda! Então, é como um daqueles primeiros emails que você me mandou.
“A vida é muito curta para quase amores”.
Demorei, mas entendi. O alerta de cuidado, também entendi agora.
- Eu sou legal, juro!
- Não, o encontro do seu queixo com o seu sorriso é legal.
Você... Você corre lá para sua vertigem, mas sem covardia!

1 comentários:
Porra, meu irmão!
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